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CAMINHONEIROS AMEAÇAM NOVA GREVE AGORA EM SETEMBRO DEVIDO AO AUMENTO DO DIESEL


Os caminhoneiros não ficaram nada satisfeitos com o novo aumento do diesel nas refinarias, ocorrido nesta sexta-feira, 31, e protocolou intenção, na tarde de hoje, junto à Presidência da República em que exige a adoção de medidas que reduzam a incidência de impostos sobre os preços dos combustíveis, sobretudo o óleo diesel. 

E deu prazo até o próximo domingo (02) para que se abra negociação sobre o assunto, com a indicação de uma paralisação em nível nacional caso isso não aconteça.

A classe informou que o aumento nas refinarias já foi repassado nas bombas, chegando a 40 centavos de acrescimo no valor final.

Diante de sinais de insatisfação dos caminhoneiros com o reajuste do preço do diesel, a Abcam, entidade que reúne os motoristas autônomos, disse nesta sexta (31) que pretende se reunir com o governo para discutir o tema e que "fará o possível para evitar nova paralisação" da categoria.

O reajuste foi anunciado na quinta (30), pouco mais de três meses após acordo que garantiu subsídio e corte de impostos sobre o combustível com o objetivo de pôr fim à greve de duas semanas que parou o país.

A lei que estabeleceu a nova política de frete, porém, prevê revisão dos pisos mínimos caso o combustível tenha oscilação superior a 10%, para acomodar o aumento de custos dos caminhoneiros.

Durante esta sexta, circularam em aplicativos de trocas de mensagens áudios, cuja autenticidade não foi comprovada, convocando para paralisação a partir da madrugada de segunda (3).

A Abcam confirma ter detectado focos de insatisfação por aplicativos de trocas de mensagem, mas diz ainda não ver mobilização suficiente para nova paralisação.

Na primeira paralisação, que teve liderança dispersa, as redes sociais foram importante instrumento de mobilização.

A lei que estabeleceu a nova política de frete, porém, prevê revisão dos pisos mínimos caso o combustível tenha oscilação superior a 10%, para acomodar o aumento de custos dos caminhoneiros.


Infelizmente o Governo Federal, maior acionista da Petrobrás, faz jogatinas e desdenha da capacidade moral do povo. O resultado disso tudo e da incompetência dos que estão no poder foi a última greve dos caminhoneiros com apoio da população em nível nacional, que por pouco não causou uma intervenção militar e uma tragédia nacional. Esse capítulo triste poderá se repetir.