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CANDIDATO DE BOLSONARO A GOVERNO SE DESTACA POR NÃO ACEITAR DINHEIRO DE COLIGAÇÕES


O candidato do PSL ao governo do Tocantins, César Simoni, foi o entrevistado desta quinta-feira, 27, na rodada que está sendo realizada pela TV Jovem/Record. Ao avaliar os motivos pelos quais não está conseguindo a transferência de votos do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) para seu nome, Simoni disse que foi porque “não quis fazer coligações em troca de dinheiro por tempo de televisão”. 



“O preço que me cobraram não dou conta de pagar. Teria que negociar secretarias, empresas públicas e autarquias. E eu não posso negociar o que não é meu, é do povo”, afirmou.

Assim, continuou o promotor aposentado e ex-secretário estadual de Segurança Pública, ficou restrito aos mesmos 8 segundos que Bolsonaro tem no programa eleitoral. “Só que o Bolsonaro vem numa campanha de quatro anos e eu inicio agora”, ressalvou.

Por fim, Simoni ironizou: “E outro requisito para o político do Tocantins se tornar conhecido é ele aparecer nos jornais e na televisão com manchetes de envolvimento em corrupção, e eu não tenho essa característica, então, não sou conhecido”.

Governo Bolsonaro


Para o candidato a governador do PSL, sua eleição seria importante para o relacionamento do Tocantins com o futuro governo Bolsonaro — ele garantiu que o presidenciável será eleito em primeiro turno: “Eu não tenho nenhuma dúvida”. “Quais as condições que terão Carlesse e Amastha de negociar recursos no governo Bolsonaro com o perfil que eles têm?”, perguntou. 

“O Tocantins, mais uma vez, ficará como um Estado sem repercussão na Federação. Nós precisamos que o Palácio do Planalto entenda que aqui no Tocantins tem um governo idôneo, um governo que os recursos federais destinados para cá sejam destinados de fato em prol do cidadão, da comunidade.”

Simoni disse ver “muita dificuldade” de o Estado conseguir liberar recursos, se o governador “não for uma pessoa que tem as características conhecidas por Bolsonaro”. “E eu tenho”, assegurou.

O candidato afirmou que a liberação de recursos na hipótese de um governo Bolsonaro se confirmar “vai ser muito rigorosa”. “O Bolsonaro vem com uma proposta e um projeto de moralizar o Brasil e acabar com a corrupção”, lembrou.

“Aqueles governantes que, por ventura, pensarem que vão conseguir recursos para os Estados para fazer o que vêm sendo feito há muito tempo, ou seja, pulverizando o dinheiro público em benefício deles próprios e dos apaniguados deles, com Bolsonaro isso não acontecerá”, asseverou.

Roda de entrevistas


O entrevistado desta sexta-feira, 29, às 12h30, na rodada da TV Jovem/Record é o candidato do PSB, Carlos Amastha (PSB).